segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Trilha da Torrema com Pinga.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Trilha da Risada
As 15:00 pontualmente na fazenda os guerreiros 06, Jé, Picolli, Beto (com sua
penélope charmosa), Neto, Allan e Ezinho.Saíram rumo ao circuito da Serra Azul que estava delicioso sem aquela tradicional
poeira, e as motos agarrava nas curvas e levantava a frente no retão. Chegaram
no Jipeiro que na ordem de um de cada vez subiram patinando naquela terra
sabão driblando as familiares pedras grande misturadas nas médias, que pra variar
causam "pequenos" desequilíbrios em alguns e trombos noutros. Cair faz parte, e
esses meninos aguenta desagoro em?!Mais um circuito e agora, Trilha do Abacaxi. Liso igual piso ensabuado, pedraiada
pra todo lado, a aranhada fazendo fila pra que entrar dentro do capacete da gente,
e moto 4tempo fumaciando igual a 2t.
Estratégia para espantar aranhas ou pra judiar dos companheiros mesmo?! O motor
da galega tava parecendo uma chaleira. E o Picolli lá fora, só esperando (ele tem
trauma de aranha.rs).Depois de limpar as teias de aranha dá roupa, todos seguiram para o Circuito do Rafa
que depois de patrolados os carreadores estavam ótimo para a correria. E como
sempre, o irresponsável do Jé matou a lombriga de tanto correr.
Não da pra entender porque este cidadão corre tanto assim, pra que tanta loucura.
E de repente sai que nem um foguete do mato, um cavalo amarrão e pulando na
frente do Jé, saiu na carreira lado a lado, dando condição de ultrapassagem na
primeira reta, o 06 o ultrapassou na segunda (o bixo chego a peida de tanto
corre) e os demais, adaram por mais de 1km tomando pau do cavalo. kkkkkkk,
mas deu tempo do APOIO comprar un terreninho. rs rsFizeram o circuito das 3 casinhas que tava uma beleza de tanta valeta, e seguiram
rumo ao Top Quebrado, mas antes, outra brincada na curvaiada (e o Jé jogando
com cada vez mais habilidade, seu famoso leque de areia na cara dosoutros).
Alí tava gostoso.Chegaram no Top Quebrado, aí sim deu pra ver que os trilheiros são duro na queda,
que tomba mais num breca! O Ezinho sem piedade da motoca tentou umas três,
quatro vezes dando uns pinote no meio, até que uma hora cansou e pediu para o
Allan subir, e subiu bonito. O Beto, tentou várias, até que numa delas conseguiu dar
aquela saída do trio e deu (com sua penélope charmosa) de cara no toco, e vaaapiii
pro chão.
E é incrível que sempre que a moto tomba o acelerador fica enroscado com a
aceleração do motor lá ultimo.
E o Jé com o 06 lá embaixo só rindo das paiaçadas e admirando a garra desses
meninos. O Neto de primeira deu uma enroscada mas depois subiu bem, seu
filho Allan mesmo de pneu furado, só enroscou uma vez, subiu na segunda.
O Jé e o 06, subiram "daquele jeito". (E o Picolli ficou lá em cima,
enchendo a barriga de goiaba).
O Allan falou que o 06 subiu em 6ª marcha na lenta (pô, pô, pô).
Agora, rumo ao tão esperado Areiao, que cada vez mais justifica seu nome.
Tava "daquele jeito", quando errava a curva a roda da frente socava no
chão que a bengala chegava a pontiá na areia, e a traseira, apodava a frente.
Aquele emboladão de moto, pé pra cá moto pra lá, leque de areia na cara
do parceiro, valeta, frente levantada e as vezes pro meio da cana...
E, esse é o nosso areião!!!!
Depois de repetirmos o Areião esquenta braço, muito antes da chuva,
conseguimos chegar a ed edícula do nosso amigo Cuié, que nos esperava
com uma carne quentinha, e aquela Skol gelaaaadaaa...
E assim foi mais um sabadão, com os amigos!
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Viagem Gloriosa.
Depois de um mês, novamente se fizeram presente na Serra os cinco Trilheiros de Pirassununga: 06, Mô, Cuié, Tíu e Charlão.
Como se de costume fossemos contar todos os detalhes da trilha nossa de cada dia o texto ficaria muito extenso, portanto, apontaremos aqui apenas os nomes de algumas como, a do Portugues que depois do Cuié subir, todos que vinham atrás do Mô compraram um alqueire de terra por causa do tombo deste perna de pau que atrapalhou todo mundo que vinha atrás.
Da roça feia estava mesmo muito feia, onde na valeta mais rasa cabiam três vacas dentro, uma em cima da outra. Do risco branco que por causa de tanta chuva a areia viajou, ficando só as pedras e buracos, mais nóis é foda e nóis sobe memo! O paiolinho foi bem, a do diamante brilhava muito com todo aquele solão. E a poeira comendo na alta!!!
O serrote só preparou o aquecimento da dentadura, que estava dificilmente ótima. O rio da quilombo se não fosse os banhistas agarrar no guidão e ajudar as motos tinha ido embora na correnteza (Ocêis são é loco de atravessar com essas moto aí nesse rio tão cheio UAI). Depois de um muito que atrasado almoço na Vanda fizemos digestão subindo a serra branca. O morro petrobrás como pela segunda vez tivemos que deixar pra trás, o guaíra as cadelas engolio. E aqui fechamos o sábado.
Domingão, depois do sino ter dado as oito badaladas saímos rumo aos buracos do velocímetro, esquenta braço e um pouco de estradão pra dar fôlego pro corpo que cozinhava debaixo do equipamento. Quem ia na frente jogava pedra no capacete do detrás, quem estava atrás jogava no último, e o ultimo jogava nas vaca! Almoço na Maria Angela e final de tarde visitamos a propriedade da dona Maria, que segundo o Sr Guardião da Serra, dá pra ver Nova York de tão alta.
Redigido por: PMMG

terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Trilha da Teimosia
Sabadão, sol estalando na cabeça, mais uma esperada trilha com os amigos.
Mas antes de começar, quero fazer uma pequena introdução do porque do nome Trilha da Teimosia.
Pense num cara teimoso, muito teimoso mesmo. Não, é ainda mais teimoso do que esse cara que você pensou aí, e este se chama Jé.
Pronto, vamos aos fatos (sempre em segunda pessoa pra não acharem que levamos as coisas pelo lado pessoal)
Após reunião da diretoria Piranatrilha, os integrantes Jé, 06, Pipinu, Charlão, Mauricio, Ralfe, Heitor, Picolli, Napa, Neto, Alan, Picapu, Joaninha, Beto, Enio e Claudinho picaram cartão no horário das 15hs na fazenda, onde em alguns minutos depois daquele rotineiro agarra-agarra e passação de mão, saíram.
Rumo ao Jipeiro a maioria saiu na frente, aproveitando sem saber a única chance de jogar das curvas terra seca no companheiro, o que logo mudou de cenário quando passamos pelo circuito da Serra Azul, que na menor poça cabia a moto dentro, daí, jogava-se barro. Neste trecho houve possibilidades de muitos observarem por varias vezes o rolamento da sua roda dianteira bem perto. Agora sim, chegamos ao Jipeiro. Cheio daquele barro-sabonete, valeta funda pra todo lado e de zigue-zague, pedra grande amontoada em cima de pedra menor, e todas sempre batendo de topo na roda da frente (porque será que é sempre assim em). Foi assim até no final do Jipeiro, quer dizer, não teve um final final pq tinha uma árvore enorme caída bem no meio da trilha e todo mundo teve que retornar (e de novo, as pedras na roda). Tudo com uns tendo mais dificuldades, outros menos, e uns nenhuma. Há um detalhe, os caloteiros Napa e Picolli não subiram, dizendo que iriam subir pelo caminho normal e esperar todos lá na saída do Jipeiro (só que até agora ninguém sabe pra quem o Napa disse isso). Charles? Calma, respira fundo e conta até 10!!rsss
Mas o Charles ficou bravão porque caiu ao descer o Jipeiro.
Então, depois de ficar um tempão esperando esses dois e nada, saímos contornando todo morro pelo estradão (neste momento os dois entraram na fila, pra variar, lá trás), passando por outras dezenas de poças, curvas pedrosas e depois arenosas.
Fugindo das valetas das Três Casinhas chegamos ao Circuito do Areião que com essa chuva, faz na curva o pneu da frente enterrar pra dentro da areia, enquanto que o trazeiro apoda o motoqueiro. A galega chega parece um compasso... Curva pra cá, aceleração, curva pra lá, embreada e cambiada (as veis dá umas errada nas curvas e entra pra cana), dá o que tem na reta, breca de novo pra desta vez não bate atrás do amigo, apoda por dentro vezes por fora, acelera de novo e dessa vez cabo enrolado pra levanta a frente da sangria e ela e piloto não cair de boca dentro da valeta. Chegamos ao final deste até com tremedeira, enquanto uns com a boca cheia de areia.
E ali paramos todos por minutos, dando aquela chacoalhada na moto pra cair os quilos de areia, batendo a roupa e olhando pro tempo... Tempo, que tempo estranho que ta ali né gente?! Vê lá 06, isso aí é só uma nuvem passageira, e que ta lá praqueles lado de São Carlos, bem longe daqui. Óia Jé, ela não ta longe não em?! Dá ate pra ouvir os pingão caindo aqui por perto, óia o vento, esse negocio ta esquisito e chegando rápido demais, vambora moçada, vambora pq vai dar cagada isso aí, larga mão de ser teimoso Jé... Vê lá 06, vambora nada, vamo acelerá, falta pouco pra chegar em Analandia. Falta pouco Jé? Ainda esta no meio do caminho, e a chuva esta logo ali ó, justamente em cima do caminho para Analandia. Larga mão disso 06, vãobora que nem vai moía...
Vambora turma, segue eu! U, mais como é teimoso esse homem gente... E o teimosão do Jé dando tudo o que tinha saiu acelerando aquela sangria que nem um loco aterrorizante, e junto com ele a maioria, um bando de sem noção..
Fica 06 e Mauricio um olhando pra cara do outro, naquele vai ou não vai, vai ou não vai, mas como amigo é amigo e fdp é fdp, partimos fervendo as KTM´s (ktm´s em homenagem ao nosso amigo Cuié) e logo juntamos ao bando de inocentes. Sem noção da puta chuva que ia cair no próximo quilometro! E corre no estradão, e corre, e rapa daqui, pula pra li, desvia daqui, acelera...todos na direção da tempestade que o teimoso disse não ter visto...
E a chuva chegou gelada e forte. Os pingos pareciam àquela semente de mamona atiradas com estilingue, que quando batem na cara e no beiço chega a queimar.
E é bem curioso que nesses momentos trágicos (o cara dramático) é a corrente de um que sai, é motor que começa falhar, moto que morre aqui, outra que não pega ali, gente correndo pra se esconder no meio da cana, raio caindo a meio metro do pé da gente e São Pedro mandando ver, castigando os tontos dos trilheiros.
E foi com lavação de roupa, xingo, sermão, risada, motos sendo rebocados que em meio a piadas que conseguimos sair debaixo daquele nuvem preta e chegar a outras terras um pouco mais secas, dando condições de muitos ainda poder fazer umas graças até chegar a fazenda.
Na fazenda, enquanto uma parte verificava o dinheiro pra cerveja a outra era lavada com jato de mangueira. Desta Jé, foi vc que ficou parecendo um cupim, seu engraçadinho!!kkkkk
Antes do finalmente, fizemos uma parada no posto BR para tomar umas (a cor do chão do posto ficou igual a das motos), e comer uns biscoito de polvilho.
Agora sim, finalmente, vamos embora. Mas só que tem um último episódio pra contar. Gente, até no asfalto esse povo dá trabaio... Charlão, vc só pode tá de sacanagem, se tinha que pranchar de costas naquela esquina perto do paredão?!
Final de semana tem mais aventura galera!!!
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Trilha do peixe oreia de lobisomi
Mesmo cientes da chuva que ia cair, após votação(6x0), a maioria dos presentes no Pimenta decidiu: Bora, acelerará!!!
Saíram do Posto Aérocrlube as 15:30 (como sempre nunca no horário combinado): Jé, Cuié, 06, Tiu, Apoio, Napa, Tambau e Charlão.
Sentido a Taquari Ponte, aceleraram muito nos areião, erguendo a frente das cadelas nas poças, mas muito mais do que os amigos, o engraçadinho do Jé acelereva nas parte de terra vermeia só pra vê a XRinha do Pipino rabiá, aproveitando que ele não tava lá pra oiá (chego até a dá rima no negócio).
Chegando lá no Taquari (bar dos 14) apenas 6mts na frente da chuva. Enquanto esperávam o Tambau chegar, chovia pra fora, pingava pra dentro, e o peixe no formato de oreia de lobizomi tava que uma delícia!!
Saíram após, rumo ao Campo Alto, só que desta vez junto com a chuva. Segundo o Tambau, neste trecho a estrada estava mais difícil, que com seu Astral 4x2 rebaixado, por quarenta e oito vezes tocou frear e jogar seu carro na poça d'água pra não atropelar o Napa. Enquanto isso, outras cenas interessantes aconteciam, como a do Cuié dando banho de água barrenta no Jé. (Num existe outro motoqueiro tão bom de pontaria na poça d'agua como esse tal de Cuié, pela mor de Deus)
Chega no Campo Alto, mais cerveja e peixe, só que dessa vez o peixe tinha formato de peixe mesmo. Conversa, cerveja, peixe e crianças na beirada do barranco (no cai ou não cai, vai dá cagada esse negócio aí), foi assim até a chuva passar.
Pronto, a chuva parou! Saíram, mas antes de pegar o estradão novamente, foram todos brincar no top do Ademir (nossa, é quase impossível subir lá, muito em pé e comprido demais o barranco, só o Ademir mesmo pra subir bunito aquilo)
Agora sim, acelerar de novo, sentido ao bairro Santo Antônio.
Lá, muita gente sertaneja, música alta, cerveja e chuva... E os trilheiros no meio! Ah, e tinha um rapais lá que veio em um por um perguntá se alguém conhecia o Mongo.
Daí o Cuié pergunto pro rapais: Porque, você conhece o Mongo?
O rapais respondeu: Não, não conheço! Porque?
E o Cuié diz: Sorte sua!!! (rssss)
E com tudo isso, fomos embora após alvará do Charlão, sem precisar passar mais em nenhum bar...
Trilha da chuva, da cerveja e da risada!!!
E assim, começa o ano, com os amigos se agrupando de novo!
Redigido por: Galinho do Tempo. (do pescoço vermeio)
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Primeira Trilha de 2012
EEEEEEEEe quem tem amigo tem role de sábado rs rs rs
Saudações 2012 pessoal.
Diiiizem que o mundo acaba esse ano, mas antes dele acabar, acabamos com ele rs rs.
Depois de vaaaaaaaaaaaaaaaarios dias de motocas encostadas, uns 50 dias, rs, sábado 07/01 demos uma voltinha.
Voltinha mesmo, devido as chuvas de sexta, parecia que tinham engraxado o chão,
Bom, no mesmo local estavam: Lemão (diiiiz q voltou para ficar rs), Jé, Cuié, Picoli, Napa e Zeromeia.
Partimos as 15:20 então sentido JIPEIRO. Como falei, estava bemmm liso, e o Picoli foi “cortar cana” rs na subida, mas sem maiores problemas.
Depois circuitinho do Rafa. Bom, foi ai que o Zeromeia deu um beijinho no chão rs rs. Logo depois do mata-burro (calma Charle, é oto burro rs), quando começa a subida, foi mexida as curvas de níveis, a terra estava mais fofa que .....que ..... que......, mais fofa que um colchão rs rs, e foi em uma dessas curvas que o Zeromeia meia plantou bananeira rs rs, mas levantou rapidinho e saiu esfolando a “galega”.
Fizemos o circuitinho das 3 Casinhas, o Picoli, mais uma vez foi “cortar cana” rs.
Ahhhhhhhhhhhhh, estava me esquecendo. Quando íamos saindo, o Napa falou para o Lemão que queria tomar banho rs rs, e como o Lemão gosta de fazer o gosto dos amigos, não se fez de rogado e atendeu ao pedido do Napa. Só não entendi o que o Napa fazia para trás do Lemão, já que fazia anos que o mesmo não andava, e o Napa até faz motocross .... ??????????? estranho né ?
Bom, após os devidos banhos levados rs, partimos para o circuito do AREIÃO, que por sua vez estava grudando mais de super bonder. Podia acelerar tudo e mais um pouco nas curvas.
Como estava muito molhado o terreno, estava impraticável os tops, então retormos.
Semana que vem tem mais.
Abraço a todos.


