Trilheiros de Pirassununga - Minhoca Atolada**** Tropa do Brejo****Barro no Zóio***

segunda-feira, 30 de março de 2009

Resumo sabadão 28/03

Zeromeia

Mauricio

De pé da esq. p/ direita : Zeromeia, Cotonete, Ralfe, Tíííiu, Jé, Pipinu, Tripa
Agachados: Samuca, Marcelo, Bananinha e Placenta.
Saudações terráquios*.


((* Terráquios = quem vive na terra, ou seja, os trilheiros kkk))


Brincadeiras a parte vamos as notícias do final de semana.


Ontem teve o 7º encontro off road da Borda da Mata. Dizem ser o maior encontro de motos off road do Brasil, e os trilheiros de Pirassununga não poderiam ter ficado de fora desse mega encontro, que estava com uma projeção de 800 motos para esse ano.

Fomos muito bem representados pelos pingolas: Cuié (110%), Dú, e Tíííú. Tenho certeza que aproveitaram ao maximo as tilhas de lá, mas ficaremos no aguardo de um breve relato dos pingolas.


De volta p/ Pirassununga, sabadão estavamos ansiosos para inaugurar o novo TOP do PALMITO, que acabamos de ajeitar na sexta feira. Estavam na mesma hora de sempre : Tíííu e Bananinha, Jé e o fiote Pipinu, Mauricio e Ralfe. Dois novatos, Samuca e seu pai Cotonete.


Estava caindo uma chuva danada na cidade, porém onde andamos não caíra unma gota d´água.


Saimos e pegamos o Circuitinho do BELO, foi onde já ficamos sem um trilheiro. Saiu a corrente do Bananinha e acabou quebrando o câmbio da magrela.


A essas alturas chega o Zeromeia e seu sobrinho Heitor, que mais parecia um Tripa em cima de uma magrela rsrsrsrs.


Começamos pelo circuito reaberdo do CARRAPICHEIRO, onde Jé, Ralfe, Mauricio e Zeromeia subiram de boa, já o Samuca precisou de "umas" maozinhas para acabar de subir.


Depois partimos para o "tão esperado" TOP do PALMITO (acho quer "PARMITO" fica mió KKK). Mas acho que Eu e o Mauricio deixamos uma avenida o TOP, pois com exceção dos novatos, Pipinu e Tripa, todos subiram. O Ralfe foi o primeiro, mas na primeira tentativa ficou no meio do TOP, depois foi a minha vez, que enchi a mão em segunda no Farcaum que saiu no final do TOP enpinado ainda. Depois foi a vez do Mauricio, Zeromeia, Ralfe e mais tarde o Tííu. Achei muito bom o Top, 1,20m de largura, limpo e capinado, sem "cucuruchu". Massssss ........, poderia ser um pouco mais ingrime. Mas com certeza ainda acharemos um por aqui ainda.


Depois fomos para o MAGAZINE, onde ficamos subindo alternadamente, o LIMAOZINHO e o SUSPENSÃO É TUDO. Mas um de nós estava zambão. O Mauricio (Placenta), tentou varias vezes subir o LIMAOZINHO, mas caiu umas 3 ou 4 vezes.


PArtimos então para o RASGA TANQUE, que está uma regueira danada. Ralfe e Placenta tentaram subir, mas como falei esta impraticável.


Tíííu, Jé, Placenta e Zeromeia subiramo o BREJIM sem maiores problemas.


Já a CERQUINHA só o Placenta e Tíííu subiram.

A essas altura começava cair uma leve chuvinha e o Tripa estava muído kkk. Foi quando decidimos regressar.


Foi muito bom pessoal, ainda bem que sabadão está ai denovo né ??!!! só faltam alguns dias hehe


GRande abraço a todos e uma otima semana.

sábado, 28 de março de 2009

segunda-feira, 23 de março de 2009

Trilha Domingão

Resumo enviado por Dú

Presentes:

Dú, Mauricio, Passoca, Fernando, Lucas Itapolis, Ademir, saimos rumo ao circuito do Belo, fomos até a trilha nova do Carrapicheiro onde Mauricio, Fernando, Passoca e Lucas desceram e tentaram subir mas coma o Braquiarão tava muito molhado não teve jeito. Saimos e fomos para o Rafa onde fizemos Limãozinho, Brejinho.
Saimos pelos circuitos rumo ao Top Branco e Top Quebrado, damos aquela parada no Paulão, mais não rolou caipora dessa vez, e como já era um pouco tarde resolvemos fazer o circuito do Paulão e seguimos para as 3 casinha, quando o Passoca fez a vez de cair na Ponte do Monte Sião, mas felizmente ficou tudo bem... Aceleramos nas 3 casinhas de mão cheia e dessa vez quem caiu na reguera foi o Fernando mas não aconteceu nada foi só susto e assim partimos para nossa chacará BUTEKO 06.

Resultado da força tarefa

Saudações amigos.

Foi muito produtivo a força tarefa sabadão para abrir uma nova trilha, porém judiaram de nós (rsrsrs). É isso mesmo, estávamos todos concentrados labutando com o facão na mão, quando o pessoal da Grama liga para o Cuié convidando-nos a ir tomar cerveja e comer um peixe com eles. Claro que recusamos, preferimos ficar tomando chuva e abrindo trilhas, vê se pode ??!! rsrsrs

Grande abraço aos trilheiros da Grama.

Bom, voltando a força tarefa compareceram: Jé (110%), Dú, Pipinu (aniversariante), Tíu, Cuié (110%), Nick, Luizão, Fefo e Marcelo. Esses dois ultimos só foram para levar canelinha pra gente kkkkk. Ainda bem, pelo menos espantou a friaca da chuva. MEsmo assim o Tíu ficou resfriado, eu acho que é por causa da idade. Veinhu quando toma chuvisco, toma guascada de ar gelado, dorme sem pijama ou toma gelado fica dodói mesmo, só fubá quente com guaçatonga. kkkkkkkkkkkkkkkk

Primeiro abrimos uma antiga trilha, a do CARRAPICHEIRO. Estava tomado por mato, mas com a boa vontade de todos reabrimos a danada, que por sinal é boa mesmo.

Depois abrimos uma nova, a do PALMITO. E vou confessar uma coisa a voces, é uma das melhores de Pira. Ficou com um grande TOP, grande mesmo, e apesar de ser no meio da mata ficou com uma grande area de saida plana, assim possibilitando entrarmos de mão cheia nele. Vai ser uma grande desafio. Ficou pior, quer dizer, melhor que o RUMO AO CÉU. AInda falta dar uma alisada nele, mas pelo empenho da galera, acredito que essa semana ainda fazemos isso.

Grande abraço a todos, e uma ótima semana.

sexta-feira, 20 de março de 2009

Vídeo 110 %

Saudações amigos.
Estão quase iguais a nós ...... heeh

quinta-feira, 19 de março de 2009

FORÇA TAREFA

Saudações amigos.

Convoco todos os trilheiros de Pirassununga para uma força atrefa afim de abrirmos um top novo e alto sabadão, no mesmo local e horário da tradicional trilha.

Conto com todos

Abraços

quarta-feira, 18 de março de 2009

Teste Yamaha TT-R 290 Polaco



Modelo da Yamaha ganha versão apimentada e cheia de acessórios



Texto: Maurício Arruda - Fotos: Lucídio Arruda e Valmir Polaco


O público que se deparou com a Yamaha TT-R da Polaco Preparações durante o 1º Salão da Motocicleta em São Paulo, certamente não passou indiferente ao modelo. A principal moto nacional da Yamaha destinada específicamente ao motociclismo fora de estrada ganhou uma versão mais do que apimentada nas mãos do preparador Valmir Targino, mais conhecido como Polaco, a qual levamos para um intenso dia de teste.


Polaco foi também durante a temporada 2008 piloto oficial da fábrica em competições de motocross destinadas aos modelos nacionais, e a convivência com o modelo ao longo do ano além de render alguns títulos resultou também nesta TT-R 290, o ápice de preparação da motocicleta realizado pela oficina de Guarulhos, SP.


Na época do lançamento da Yamaha TT-R 230 solicitamos à fábrica uma unidade para teste, mas apesar de não negarem claramente o empréstimo o mesmo nunca se confirmou dando a impressão que a marca não se importa com os possíveis compradores que se informam via internet. Uma estratégia no mínimo curiosa da empresa que não se preocupou em levar informações aos milhares de leitores do MotoX. Assim, nossa convivência com o modelo original não passou de algumas voltinhas em motos cedidas por particulares, insuficientes para uma análise do modelo.


Enfim, parece que o mercado brasileiro está acordando para o segmento fora de estrada e a chegada de uma concorrente a altura da Honda CRF 230F, a pioneira no retorno de motos nacionais específicas, foi um claro sinal disto. Há ainda muita carência, basta ver o quanto nosso país é amplo, propício ao esporte e com milhares de potenciais consumidores prontos para iniciarem a prática de modalidades fora de estrada, mas já demos os primeiros passos.


Mas o intuito desta matéria não é discutir o mercado, nem comparar a moto preparada com a original, mesmo porque as modificações são tantas que a motocicleta saída da fábrica é apenas um parâmetro distante. Este ousado projeto conta com mudanças que tornaram a moto exclusiva, deixando-a bem diferente da original de fábrica.


O público alvo do Polaco é um consumidor que quer uma moto feita ao seu modo e paga por isso. Um projeto como a moto desta reportagem (onde as alterações estão por todo lado e não só no motor) pode triplicar o valor da motocicleta e o objetivo, além da melhora no desempenho, passa também pela questão da exclusividade.

Questionar a validade de se investir tanto em um modelo que não deixará de ter suas limitações se comparado à uma motocicleta de competição é inevitável, por isso enquanto me preparo para experimentar a motocicleta discuto o assunto com o Polaco. Faz sentido colocar suspensão invertida, aumentar cilindrada, substituir freios... não é mais fácil comprar logo uma importada? O raciocínio parece lógico e claro, mas muda de figura quanto o custo é deixado de lado e o foco do piloto é manter-se na categoria nacional. E são esses consumidores os clientes da oficina. Além disso a possibilidade de fazer apenas parte das alterações, ou aos poucos, também atraem os fãs do modelo.


De fato a quantidade de acessórios da motocicleta que testamos é enorme e impressiona. O conjunto de suspensões por exemplo, foi importado originalmente para ser utilizado em uma motocross e, posteriormente, após a venda da motocicleta com as peças originais foi adquirido pelo Polaco para equipar esta TT-R. Apesar das diferenças de dimensões entre os dois modelos a adaptação foi precisa e casou bem com a TT-R. Ambas suspensões são da marca Ohlins, a dianteira com tubo de 46mm de diâmetro e 300mm de curso (são 240mm na original) com garrafas expansoras Enzo, a traseira com haste de 16mm e 290mm de curso (contra 220mm da original) conta com reservatório de nitrogênio.


Para receber os tubos da suspensão foram utilizadas mesas superior e inferior em alumínio, da marca Pro Circuit, o guidão é do mesmo material, da marca Renthal. Os freios também tiveram atenção especial, na dianteira um disco flutuante de 290mm substitui o original, de 194mm. Atrás um conjunto completo de freio à disco da marca Nissin garante mais eficiência que o tambor original de 130mm. Os flexíveis são do tipo "aeroquip", revestidos em malha de alumínio com terminais anodizados, visando maior precisão nos comandos.

Assista ao vídeo clique aqui ...

...Ela é mais pesada que uma especial, e isto faz diferença... Para ganhar mais resistência e aguentar os saltos do motocross as rodas ganharam novos raios de 4mm, além de niples em alumínio. A corrente de transmissão original foi trocada por uma DID Gold e a guia ganhou uma saboneteira interna. Aros, cubos e mola do amortecedor receberam banhos de anodização especial, dando um brilho especial no visual que tambám ganhou jogo de adesivo personalizado e capa de banco antiderrapante. Completando o pacote o kit de motor 290cc composto por comando, cabeçote, carburador, filtro de ar especial, pistão forjado (da marca Wiseco), anel e cilindro é, segundo o preparador, capaz de gerar em torno de dez cavalos a mais no motor e com expressivo ganho de torque também. Escapamento (curva e ponteira) em titânio da marca FMF com tubos de diâmetro especial são responsáveis por liberar a cavalaria extra desta super TT-R.


Na pista

Mas o que as mudanças efetuadas na TT-R 290 mostram na pista? Nas primeiras voltas chama a atenção a força da moto, não se usa primeira marcha (a relação original foi mantida) nem nas curvas mais fechadas e de baixa velocidade, além disso com pouco giro o motor mostra força e progressividade. Assim, com três marchas (2ª, 3ª e 4ª), é possível andar por toda a pista em que testamos. A suavidade na entrega da potência torna o modelo divertido e muito tranquilo de se pilotar, na medida para iniciantes: sem a explosão e velocidade das 250F importadas, mas, é inquestionável, com muito mais força que uma TT-R original.

Mudanças radicais na suspensão podem tirar o equilíbrio de uma motocicleta, basta um ângulo errado para nascer uma moto nervosa e difícil de pilotar. Mas isto não ocorreu com a TT-R e em poucos metros percebo que as suspensões casaram bem com o modelo, não há sensação de adaptação (o que na verdade é), mas sim de uma moto maior. Apenas a frente mais alta que a original exige atenção especial. Nas curvas com mais velocidade qualquer erro no posicionamento é suficiente para a frente flutuar aparecendo uma tendência à escapar. Um ajuste na mola traseira, que deveria estar mais apertada para um piloto do meu peso, certamente melhoraria esta reação.
Nos saltos ela foi precisa, mesmo com o maior peso da moto nacional nada de pancadas, dá até para abusar um pouco mais. A frente invertida de grande curso deixa o comportamento mais próximo de uma motocicleta importada do que das nacionais desta categoria que, quando exigidas, atingem o final de curso com certa facilidade. Nela isto não acontece, sinal que o alto investimento deu resultado. Nas freadas os discos funcionam muito bem, o tambor traseiro original não deixou nenhuma saudade, e com o reforço do freio motor param a motocicleta em poucos metros.
Conclusão
No geral todas as melhorias efetivamente trouxeram benefícios à pilotagem, sem dúvida mais divertida com os ganhos de cavalos, recursos de suspensão e freios. Mas não pense que com uma dessas você andará na frente de uma 250F de motocross, longe disto. Se você quer diversão e facilidade de pilotagem esta é uma boa opção, principalmente para um piloto iniciante ou sem pretensões radicais. A maior força do motor e as suspensões de primeira linha são um grande upgrade em relação a motocicleta original, mas o investimento é alto para chegar em um modelo com acessórios e características iguais ou próximas do testado. A possibilidade de fazer parte das alterações, ou mesmo parcialmente, de acordo com o seu bolso, também permite montar o modelo confome suas ambições e necessidades.

Fonte: motox.com.br